De Brasília para o
produto que funciona.
Comecei em 2010 numa época em que "UX" ainda não era um cargo — era uma atitude. Passei mais de uma década na ANABB construindo experiências digitais do zero, e aprendi que design sem contexto de negócio é decoração.
Depois passei por startups de energia e tecnologia para emissoras de TV. Na Wolkie, fui o único designer do time — o que forçou autonomia, critério e a habilidade de defender decisão com argumento, não com cargo.
Na Cactus Gaming, atuei em um dos segmentos mais regulados do mercado digital brasileiro, projetando quatro produtos simultâneos: Onboarding, CRM, Back Office e plataforma de Afiliados — com restrições legais, de negócio e de prazo operando ao mesmo tempo.
Design que
se sustenta.
Portfólio bom não grita "olha como eu desenho". Ele sussurra: essa pessoa toma decisões que a empresa consegue sustentar.
Três princípios guiam todo o meu processo — não como regras, mas como critério de desempate quando as forças puxam em direções diferentes.
Clareza antes de estética
Uma interface bonita que confunde o usuário é um problema de design, não uma solução. Clareza é a primeira forma de respeito.
Restrição como briefing
Prazo apertado, legado técnico, compliance regulatório — esses não são obstáculos, são o contexto real. Design que ignora restrições não funciona fora do Figma.
Decisão tem custo
Toda escolha de design sacrifica alguma coisa. Ser honesto sobre esse tradeoff é o que separa maturidade de execução.
Ferramentas e
competências.
Convicções que guiam
o meu trabalho.
IA como parceira de trabalho
Uso Claude, n8n, Figma Make e ComfyUI no processo real — não como experimento. IA virou camada de trabalho: automação de pesquisa, geração de assets, prototipação acelerada. Designer que não integra isso hoje vai perder para quem integra.
Sistemas e taxonomia
Sou curioso por como as coisas se organizam — como sistemas emergem, como categorias moldam comportamento, como a linguagem define o que é possível pensar. Isso aparece direto no jeito que estruturo IA e fluxos.
Trabalho remoto de verdade
Vivo em Araguari-MG e trabalho com times em São Paulo, Rio e outras cidades há anos. Aprendi que assincronicidade bem desenhada é um produto de UX — não uma concessão.
Linguagem como design
UX Writing não é escrever botões bonitos. É escolher o ponto de vista — do sistema ou do usuário — e assumir as consequências dessa escolha. Por isso virou parte central do meu processo.
Tem um problema
ambíguo pra resolver?
Ambíguo, regulado, com stakeholders difíceis e prazo real — esse é o cenário onde eu funciono melhor. Se esse for o seu contexto, faz sentido a gente conversar.